Conheça os cães toy

22 Julho, 2020
Eles são conhecidos como cães toy porque são muito pequenos. Alguns são naturalmente assim e outros surgiram após um cruzamento seletivo, tornando-se cada vez mais populares em todo o mundo.
 

Os chamados cães toy ou miniatura são aqueles cachorros cuja altura é menor que a “convencional”. Algumas raças são desse tamanho naturalmente, mas outras surgiram como pequenas ‘versões’ através da criação seletiva. Confira abaixo.

Raças de cães toy

Eles são cada vez mais populares porque se adaptam à vida urbana e podem ser transportados para qualquer lugar até mesmo dentro de uma bolsa. Os cães toy também são escolhidos por celebridades e lares sem crianças. Algumas das raças mais características são:

1. Chihuahua

É uma raça de cão originária do México, é a menor do mundo e é uma das mais antigas do continente americano – vestígios desse cão foram encontrados nas ruínas de Chichén Itzá.

O chihuahua – foto que abre este artigo – não mede mais de 23 centímetros, e seu peso não ultrapassa os três quilos (em machos adultos). Com um corpo esbelto, orelhas grandes e olhos esbugalhados, essa raça pode ter várias cores, embora a mais comum seja bege ou areia.

2. Cães toy: Pug

Também conhecida como carlino, essa raça de origem chinesa – mas que se tornou famosa no Reino Unido – é do grupo molossóide. O pug é um dos cães toy mais populares do mundo! O último ‘salto para o estrelato’ foi alcançado após o filme MIB – Homens de Preto.

Raças de cães toy
 

Esse cão é compacto, sólido e de aparência quadrada, com uma grande cabeça redonda coberta de dobras. Quanto à cor dos pelos, pode ser areia ou preto. Nos dois casos, o rosto é escuro (em exemplares claros, a cor das orelhas, do focinho e ao redor dos olhos é preta).

3. Poodle

Dentro da família dos poodles, há um deles que pode ser adicionado à lista de cães toy. Essa variedade tem uma altura de 28 centímetros e o restante das características são compartilhadas com os demais exemplares da raça (padrão, médio e toy).

Poodle

O poodle era um cachorro de pessoas nobres e aristocratas no século XV e atualmente é comum ser escolhido para viver em casas na cidade devido ao seu pequeno tamanho. Tem pelos encaracolados (pode ser de várias cores), focinho longo e orelhas grandes.

4. Cães toy: Shih tzu

É um dos cães toy que não foi criado para atingir sua altura atual. Acredita-se que tenha surgido do cruzamento entre um lhasa apso e um pequinêsDe origem tibetana, o shih tzu ou cachorro leão – por sua juba – é muito apreciado por suas habilidades de guardião e está relacionado à religião budista.

 
Cães toy: Shih tzu

O shih tzu pode medir cerca de 27 centímetros e pesar até sete quilosTem pelo abundante e grosso, mas, como curiosidade, quase não o perde. Precisa de algumas escovadas para mantê-lo liso e brilhante.

Quanto ao seu temperamento, esse cão é muito carinhoso, sociável, leal e alerta. Ele desconfia de estranhos e, embora seja verdade que não se dá bem com outros cães, faz uma excelente dupla com crianças.

5. Bichon frisé

Muitas vezes, é confundido com o poodle porque seu pelo é “esponjoso”. Embora, pelo nome, possamos pensar que esse cão tem origem francesa, a verdade é que essa raça foi criada na Espanha e levada para as terras gaulesas após a revolução de 1789.

Bichon frisé

Por sua vez, caracteriza-se por ser completamente branco, exceto pelos olhos e pelo nariz que são pretos. O bichon frisé precisa de cuidados especiais com o pelo, por isso é necessário levá-lo a um profissional para que tenha seu pelo aparado adequadamente. Também é essencial limpar e cuidar dos olhos desse animal.

 

É um cão de companhia muito amigável, que gosta do ambiente doméstico e de ficar cercado por crianças. Às vezes, são usados como caçadores de roedores.

Outros cães toy que podemos destacar são o Griffon de Bruxelas, o Dachshund (salsicha), o Yorkshire terrier, o Spaniel anão, o Bulldog francês, o Lulu da Pomerânia e o Maltês.

  • Bell, J., Cavanagh, K., Tilley, L., & Smith, F. (2014). Lhasa Apso. In Veterinary Medical Guide to Dog and Cat Breeds. https://doi.org/10.1201/b16185-105